Medidas administrativas e judiciais existem para os casos em que você esteja passando pelo processo de busca e apreensão de veículo. Saiba que elas servem para reverter esse tipo de ação.
A apreensão de um veículo é a consequência de uma irregularidade que o condutor cometeu, fazendo com que esse ato gere uma forma de penalidade para o motorista.
Vale lembrar, que a apreensão e remoção são duas coisas distintas.
A apreensão é realizada mediante um processo, ou seja, uma penalidade.
A remoção é feita no ato, pois geralmente o automóvel esteja dificultando seu percurso, ou por, algo administrativo.
Neste caso, se você não fez conseguiu fazer acordo com o Banco, este vai leiloar seu veículo para abater no saldo devedor do contrato de financiamento. Por isso, que o veículo fica alienado ao Banco até o final dos pagamentos.
É importante você saber que, caso o valor arrecadado em leilão não preencha o valor do saldo devedor do financiamento
o Banco irá te cobrar o Saldo Remanescente.
Sendo assim, através de Negociação Extrajudicial especializada é possível fazer os seguintes acordos:
Negociar a Dívida para refinanciar ou quitar o contrato e recuperar o veículo apreendido.
Converter a busca e apreensão em Entrega Amigável visando a baixa das restrições nos órgãos de proteção ao crédito (SCPC e SERASA) em até 7 dias úteis.
Apurar e negociar o Saldo Remanescente do contrato.
Normalmente os veículos apreendidos irão para um depósito e só serão liberados após um prazo previsto, de acordo com a infração cometida.
Cada violação tem um peso, ou seja, depende do grau para saber a quantidade de dias que seu automóvel ficará preso. E também o infrator realizará o pagamento de multa, da taxa de remoção e das diárias do carro/moto. O condutor também será condicionado ao conserto e reparo do que estiver irregular ou ausente no veículo e na CNH.

Purgação da Mora:
A solução mais ágil para a restituição do veículo apreendido é a chamada ‘purgação da mora’, que significa pagar as prestações que estão atrasadas ao credor fiduciário (Banco).
Questionar o valor da dívida na própria ação de busca e apreensão:
Neste caso, será proposta a discussão da ilegalidade ou abusividade das cláusulas contratuais na própria ação de busca e apreensão promovida pelo banco.
Celebração de acordo com o banco:
Mover uma ação judicial custa muito dinheiro aos bancos, por isso, a possibilidade de realizar um acordo nunca é descartada.
Não deixe acumular 3 parcelas, pois quando a financiadora constata que existem 3 parcelas ou mais atrasadas, elas encaminham uma assessoria de cobrança para o endereço cadastrado a fim de fazer uma busca e apreensão.
Esteja sempre bem informado sobre os seus direitos e deveres nos casos de financiamento, e não confie somente no que o atendimento telefônico ou no que a financiadora lhe diz. Pesquise diversas fontes, e principalmente, não deixe de ler a legislação e peça ajuda quando for preciso.
Ler o contrato de financiamento atentamente é de extrema importância. Desta forma, você evita que taxas extras e comissões sejam adicionadas ao contrato sem o seu conhecimento e consentimento.
Tenha organização financeira para não dar um passo maior do que a perna e comprar algo que as parcelas não caibam no seu bolso. Não é recomendado comprometer mais do que 30% do seu orçamento com uma dívida como esta pode trazer muita dor de cabeça. E além do valor das parcelas do carro, você também precisa pensar nas novas despesas que irão surgir, como combustível, IPVA, algum concerto, entre outros.

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